"Algo que você deve saber quando passar por um pedágio. Você sabia que a justificativa da empresa responsável pela Concessão da Rodovia Rio-Lagos (Andrade Gutierrez & Camargo Corrêa) para aumentar o pedágio foi o número insuficiente de carros? Ocorre que, quando passamos por um pedágio e não solicitamos o RECIBO, nossa passagem não é registrada nos dados oficiais, respaldando a justificativa deles.
EM TEMPO: AINDA TEM MAIS UM ITEM IMPORTANTE SOBRE A ENTREGA DO RECIBO DE PEDÁGIO: SEM O RECIBO EM MÃOS, VOCÊ PERDE O DIREITO A GUINCHO E MECÂNICO GRATUITAMENTE NAS ESTRADAS. VOCÊ SABIA DISSO? Portanto, ao passar em qualquer pedágio, não deixe de solicitar o recibo, seja qual for: Anchieta, Imigrantes, Piaçaguera, Dutra, Ayrton Senna, Bandeirantes, Ponte Rio-Niterói, Linha Amarela, etc... QUALQUER UM! Só assim poderemos tentar impedir desculpas absurdas; mas que, infelizmente são fundamentadas naquilo que não fazemos.
Façamos a nossa parte: DIVULGUEM ESTE E-MAIL!!!
OBRIGADO
ADCON - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESAS DO CONSUMIDOR, DA VIDA E DOS DIREITOS CIVIS."
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Transporte público
Nossos ônibus são umas graças... e os motoristas?
Terça-feira, 9/12, 17:30h, rua Voluntários da Pátria, em frente ao antigo Bob´s (agora um bar -Devassa, acho). O sinal fecha para o trânsito, o ônibus 410 (Saens Peña - Gávea) no. 72091, da empresa Transurb S/A, ignora e segue em frente. Pedestres que atravessam na faixa reclamam, o motorista responde agressivamente, xingando os pedestres.
O que a gente sente nessa hora?
Terça-feira, 9/12, 17:30h, rua Voluntários da Pátria, em frente ao antigo Bob´s (agora um bar -Devassa, acho). O sinal fecha para o trânsito, o ônibus 410 (Saens Peña - Gávea) no. 72091, da empresa Transurb S/A, ignora e segue em frente. Pedestres que atravessam na faixa reclamam, o motorista responde agressivamente, xingando os pedestres.
O que a gente sente nessa hora?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Air France
Reproduzo abaixo a carta de um amigo que viajou recentemente pela companhia aérea francesa:
"À
Air France
Recentemente viajei à Europa com outras três pessoas. Compramos os bilhetes aéreos para o mesmo destino, mesmos vôos, mesmo agente de viagens. Todos pagamos o mesmo valor e nos sentamos uns ao lado dos outros.
Na hora de nos inscrevermos no sistema de milhas Flying Blue, no entanto, cada um foi agraciado com um número de milhas diferente: enquanto uns chegaram perto de 15.000 milhas, eu mal passei das 9.000.
Tentei reclamar com a AF (por telefone e pelo website), não foi possível. Escrevi para a coluna Defesa do Consumidor de um jornal local. Recebi um telefonema de um funcionário chamado Alexandre, que me prometeu rever minhas milhas. Segundo este funncionário, no entanto, minha contagem estaria certa, a dos outros seria um erro. Sendo assim, é válido concluir que o índice de acerto da Air France é de 25%, ou seja, em cada 4 passageiros, apenas um recebe o cálculo de milhas correto!
O site da empresa oferece a opção de “fale conosco”. Fiz minha reclamação e não recebi resposta alguma. Em compensação, um de meus companheiros de viagem recebeu um e-mail solícito da Air France, no qual a empresa lhe pede desculpas e lhe subtrai algumas milhas!
Ao receber um e-mail de X, a resposta DEVERÁ SER ENCAMINHADA A X, não a Y, nem a NENHUMA OUTRA PESSOA, sob pena de quebra de sigilo de correspondência de cliente, entre outras coisas (um bom advogado iria adorar isso!). Ou será que a Air France não conhece o comando “reply”?
Além disso, uma vez computadas as milhas a favor do sujeito (ainda que erradamente), ele as detém... dar e depois tirar não é só deselegante e anti-ético, é também uma atitude DESONESTA e CANALHA. Afinal a Air France, se é que errou, jamais se daria conta disso, mas ainda assim aproveitou-se da queixa de um cliente para prejudicar um terceiro... sem comentários...
Desde que cheguei de viagem, tenho buscado solucionar o problema de várias formas: o site rejeita a reclamação das milhas. Ligo para um 0800 no Canadá e este, sem saber o que fazer, indica um telefone e endereço na minha cidade (av. Pres. Antônio Carlos, 58/9º. andar, 4003-9955). Ligo para este esperançosa, quem sabe agora?, afinal, é na minha cidade... logo recebo a notícia: ali não são tratados assuntos referentes a milhas. Onde, então? Recebo o endereço de uma caixa postal (!) em SP... se gente já não resolvia, imaginem uma caixa postal! Não sei se devo rir ou chorar...
Enfim, a Air France é uma empresa sem rosto, sem endereço, sem telefone, que não fala a minha língua (a única criatura que fala português no 0800 tem um sotaque lusitano que inviabiliza a comunicação). A AF não passa de uma abstração anárquica num jogo de empurra internacional: no Canadá, no Rio, em SP, ou onde quer que se esconda sua incompetência globalizada.
Minha prioridade é devolver à pessoa lesada as milhas que lhe foram tungadas em decorrência de uma reivindicação pessoal minha da qual ela sequer tinha conhecimento, pois tudo isto é EXTREMAMENTE INJUSTO.
Quanto às minhas milhas, é bastante provável que eu nem venha a usá-las, uma vez que, daqui para a frente, sempre darei preferência a outras empresas. Entendi, afinal, o que significa Flying Blue (blue - adj. de cor azul; TRISTE, MELANCÓLICO, DEPRIMIDO) – pois é exatamente assim que a Air France me faz sentir... "
"À
Air France
Recentemente viajei à Europa com outras três pessoas. Compramos os bilhetes aéreos para o mesmo destino, mesmos vôos, mesmo agente de viagens. Todos pagamos o mesmo valor e nos sentamos uns ao lado dos outros.
Na hora de nos inscrevermos no sistema de milhas Flying Blue, no entanto, cada um foi agraciado com um número de milhas diferente: enquanto uns chegaram perto de 15.000 milhas, eu mal passei das 9.000.
Tentei reclamar com a AF (por telefone e pelo website), não foi possível. Escrevi para a coluna Defesa do Consumidor de um jornal local. Recebi um telefonema de um funcionário chamado Alexandre, que me prometeu rever minhas milhas. Segundo este funncionário, no entanto, minha contagem estaria certa, a dos outros seria um erro. Sendo assim, é válido concluir que o índice de acerto da Air France é de 25%, ou seja, em cada 4 passageiros, apenas um recebe o cálculo de milhas correto!
O site da empresa oferece a opção de “fale conosco”. Fiz minha reclamação e não recebi resposta alguma. Em compensação, um de meus companheiros de viagem recebeu um e-mail solícito da Air France, no qual a empresa lhe pede desculpas e lhe subtrai algumas milhas!
Ao receber um e-mail de X, a resposta DEVERÁ SER ENCAMINHADA A X, não a Y, nem a NENHUMA OUTRA PESSOA, sob pena de quebra de sigilo de correspondência de cliente, entre outras coisas (um bom advogado iria adorar isso!). Ou será que a Air France não conhece o comando “reply”?
Além disso, uma vez computadas as milhas a favor do sujeito (ainda que erradamente), ele as detém... dar e depois tirar não é só deselegante e anti-ético, é também uma atitude DESONESTA e CANALHA. Afinal a Air France, se é que errou, jamais se daria conta disso, mas ainda assim aproveitou-se da queixa de um cliente para prejudicar um terceiro... sem comentários...
Desde que cheguei de viagem, tenho buscado solucionar o problema de várias formas: o site rejeita a reclamação das milhas. Ligo para um 0800 no Canadá e este, sem saber o que fazer, indica um telefone e endereço na minha cidade (av. Pres. Antônio Carlos, 58/9º. andar, 4003-9955). Ligo para este esperançosa, quem sabe agora?, afinal, é na minha cidade... logo recebo a notícia: ali não são tratados assuntos referentes a milhas. Onde, então? Recebo o endereço de uma caixa postal (!) em SP... se gente já não resolvia, imaginem uma caixa postal! Não sei se devo rir ou chorar...
Enfim, a Air France é uma empresa sem rosto, sem endereço, sem telefone, que não fala a minha língua (a única criatura que fala português no 0800 tem um sotaque lusitano que inviabiliza a comunicação). A AF não passa de uma abstração anárquica num jogo de empurra internacional: no Canadá, no Rio, em SP, ou onde quer que se esconda sua incompetência globalizada.
Minha prioridade é devolver à pessoa lesada as milhas que lhe foram tungadas em decorrência de uma reivindicação pessoal minha da qual ela sequer tinha conhecimento, pois tudo isto é EXTREMAMENTE INJUSTO.
Quanto às minhas milhas, é bastante provável que eu nem venha a usá-las, uma vez que, daqui para a frente, sempre darei preferência a outras empresas. Entendi, afinal, o que significa Flying Blue (blue - adj. de cor azul; TRISTE, MELANCÓLICO, DEPRIMIDO) – pois é exatamente assim que a Air France me faz sentir... "
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Novas regras
Faz uma semana que elas entraram em vigor, mas até agora não vimos muita diferença não. Logo no primeiro dia, precisei ligar para a administradora do meu cartão VISA, pois havia na fatura uma cobrança com código PAGSEG UOL 11/53456783 que eu não conseguia identificar...
Liguei para um telefone comum e não um 0800, como seria obrigatório pelas novas regras. A conversa foi ficando demorada, muitas perguntas, aí eu me irritei e perguntei porque estava pagando por aquele longo telefonema, se eles eram obrigados a ter um 0800. Desta vez, quem ficou muito irritada foi a atendente:
- Sim, temos um 0800, mas o senhor ligou para o outro número.
- Claro, eu liguei para o único número que consta na minha fatura, já que o 0800 que nela consta é para "outras localidades" e não para a minha cidade.
- Ah, o senhor podia ter perguntado...
Gente, não é preciso perguntar, né? Eles falam tanta bobagem naquela gravação que antecede a chegada do atendente, é só inserir logo ali o número do 0800, que é um direito do consumidor.
Resumo da ópera: liguei para três números diferentes. Numa das ligações, uma atendente me fez mais de dez (!) perguntas, para só então dizer que não sabia informar. Pedi pra falar com o supervisor, ninguém sabia o que era a tal abreviação. Protestei, que absurdo!, estavam me cobrando por alguma coisa em código, que nem eles mesmos conseguiam decifrar, e eu não tinha a menor idéia do que era.
Disseram que, se eu quisesse, poderia impugnar o pagamento, aí então iriam ver do que se tratava. Caso fosse um pagamento que eu de fato devia, quando tudo se esclarecesse eu arcaria com os encargos de mora.
Finalmente concluí que aquilo era um número de telefone, sendo 11 o código da cidade (São Paulo). Liguei e confirmei minhas suspeitas: uma das lojas em que fiz compras online usa o sistema de "pagamento seguro" do UOL. Assim, no lugar de aparecer o nome da loja em que comprei (que eu teria reconhecido imediatamente) eles usam a tal abreviação PAGSEG. UOL seguida do número do telefone. Será que o pessoal do VISA não sabe disso?
A segunda experiência foi com o SAC da Sony: o único que consegui localizar ficava em outra cidade.
- Alô, estou ligando de outra cidade, gostaria de saber o número do seu 0800...
- Pois não, senhor. Com quem estou falando?
- Olha, acho que você não me entendeu: ESTOU FALANDO DE OUTRA CIDADE! Dá pra me dar o número do 0800 ???
Liguei para um telefone comum e não um 0800, como seria obrigatório pelas novas regras. A conversa foi ficando demorada, muitas perguntas, aí eu me irritei e perguntei porque estava pagando por aquele longo telefonema, se eles eram obrigados a ter um 0800. Desta vez, quem ficou muito irritada foi a atendente:
- Sim, temos um 0800, mas o senhor ligou para o outro número.
- Claro, eu liguei para o único número que consta na minha fatura, já que o 0800 que nela consta é para "outras localidades" e não para a minha cidade.
- Ah, o senhor podia ter perguntado...
Gente, não é preciso perguntar, né? Eles falam tanta bobagem naquela gravação que antecede a chegada do atendente, é só inserir logo ali o número do 0800, que é um direito do consumidor.
Resumo da ópera: liguei para três números diferentes. Numa das ligações, uma atendente me fez mais de dez (!) perguntas, para só então dizer que não sabia informar. Pedi pra falar com o supervisor, ninguém sabia o que era a tal abreviação. Protestei, que absurdo!, estavam me cobrando por alguma coisa em código, que nem eles mesmos conseguiam decifrar, e eu não tinha a menor idéia do que era.
Disseram que, se eu quisesse, poderia impugnar o pagamento, aí então iriam ver do que se tratava. Caso fosse um pagamento que eu de fato devia, quando tudo se esclarecesse eu arcaria com os encargos de mora.
Finalmente concluí que aquilo era um número de telefone, sendo 11 o código da cidade (São Paulo). Liguei e confirmei minhas suspeitas: uma das lojas em que fiz compras online usa o sistema de "pagamento seguro" do UOL. Assim, no lugar de aparecer o nome da loja em que comprei (que eu teria reconhecido imediatamente) eles usam a tal abreviação PAGSEG. UOL seguida do número do telefone. Será que o pessoal do VISA não sabe disso?
A segunda experiência foi com o SAC da Sony: o único que consegui localizar ficava em outra cidade.
- Alô, estou ligando de outra cidade, gostaria de saber o número do seu 0800...
- Pois não, senhor. Com quem estou falando?
- Olha, acho que você não me entendeu: ESTOU FALANDO DE OUTRA CIDADE! Dá pra me dar o número do 0800 ???
domingo, 7 de dezembro de 2008
Tok & Stok
Quem compra na Tok & Stok sabe que está pagando mais caro. Talvez espere, por conta disso, um pouco mais de qualidade. As imagens a seguir mostram que é um engano:
A cadeira estava na garantia e apresentava problemas. A Tok & Stok fez uma visita (paga) ao local onde a cadeira estava para sanar o problema. O forro foi trocado (cadeira executiva alta Bristol). Apesar disso, um mês depois apresenta os mesmos problemas de antes
Pior que antes: desta vez o usuário, ao sentar, começou a sentir um incômodo... que logo descobriu ser a ponta do parafuso que o serviço Tok & Stok apertou demais e estava furando o assento.
Além disso, a lateral do lado esquerdo do forro insiste em ABAIXAR (falha do design? do serviço Tok & Stok?), o que faz com que o couro do encosto rasgue. Solução encontrada pelo usuário: adquiriu lacres para evitar que o encosto abaixe...


... e BORRACHAS numa papelaria, para evitar que o parafuso continue furando o assento. Preço desta cadeira: R$ 1.225,00. Comunicada sobre o fato, a Tok & Stok até agora não fez NADA.
A cadeira estava na garantia e apresentava problemas. A Tok & Stok fez uma visita (paga) ao local onde a cadeira estava para sanar o problema. O forro foi trocado (cadeira executiva alta Bristol). Apesar disso, um mês depois apresenta os mesmos problemas de antes
Pior que antes: desta vez o usuário, ao sentar, começou a sentir um incômodo... que logo descobriu ser a ponta do parafuso que o serviço Tok & Stok apertou demais e estava furando o assento.
Além disso, a lateral do lado esquerdo do forro insiste em ABAIXAR (falha do design? do serviço Tok & Stok?), o que faz com que o couro do encosto rasgue. Solução encontrada pelo usuário: adquiriu lacres para evitar que o encosto abaixe... 

... e BORRACHAS numa papelaria, para evitar que o parafuso continue furando o assento. Preço desta cadeira: R$ 1.225,00. Comunicada sobre o fato, a Tok & Stok até agora não fez NADA. Passaram-se meses e a Tok & Stok finalmente enviou um técnico à casa do cliente (2a. visita, a cada visita o cliente paga 30 reais). Verificou-se que o problema tinha sido do técnico anterior, que montara erradamente a cadeira. ELES ERRAM E A GENTE PAGA!!!!! Pelo menos o problema foi (aparentemente) resolvido...
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